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Jacó e Jacózinho - Tragédia (1982) 

23º LP da Dupla Jacó e Jacozinho gravado em 1981, neste LP Amado Jacob gravou o último disco com Pedro Jacob para cumprir o contrato na gravadora, onde destaca-se a música “Sete Irmãos”, um pequeno resumo da vida da dupla e sua família.

Jacó e Jacózinho -Vol23

  • Jacó & Jacozinho (1981) Lado B
  • Jacó & Jacozinho (1981) Lado A
  • Jacó & Jacozinho (1981) disco
  • Jacó & Jacozinho (1981) capa verso
  • Jacó & Jacozinho (1981) capa Frente

Musicas do LP

  1. Sete Irmãos
  2. Não Deixem o Circo Morrer
  3. Enxada Pioneira
  4. Faz de Conta
  5. Lamento de um Carreiro
  6. Árvore Velha
  7. Feijão
  8. Mais um Mé
  9. O Fumo
  10. Imagina
  11. O Mentiroso
  12. Desencoste da Chiquinha

Jacó e Jacózinho - Tragédia (1982) (LP Completo)

Letras das Musica do LP

A1 - Sete Irmãos
Composição: (Amado/Antonio) 

Éramos sete irmãos
Criados no interior
Fazendo grande sucesso
Duas duplas de valor
Mas a morte traiçoeira
Sem piedade levou
Cinco artistas dos sete
Resta agora nós dois dos cantor

Chora viola sentida
Chora viola e violão
A falta dos companheiros
Chora aqui nas minhas mãos

Jacó primeiro e segundo
José, João e Sebastião
Três morreu acidentado
Dois morreu do coração
Todos na flor da idade
Oh meu Deus que judiação
Aceite a nossa homenagem
Através desta canção

Chora viola sentida
Chora viola e violão
A falta dos companheiros
Chora aqui nas minhas mãos

Dos meus irmãos que morreram
Para vocês eu canto agora
A saudades que eu sinto
Cada dia só piora
Querem saber como estou
A solidão me devora
Nossa mãe não se conforma
Até hoje ainda chora

Chora viola sentida
Chora viola e violão
A falta dos companheiros
Chora aqui nas minhas mãos

Deus repartiu a família
Eu acho que Deus não erra
Eles cantam lá no Céu
Nós cantamos aqui na Terra
O barco ainda não pára
Na metade do caminho
Somos Amado & Antonio
Somos Jacó & Jacozinho

Chora viola sentida
Chora viola e violão
A falta dos companheiros
Chora aqui nas minhas mãos

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A4 - Faz de Conta
Composição: (Moacyr dos Santos / Mairiporã)

O que passa em nossas vidas
Ninguém precisa saber
Nós vamos vivendo juntos
Vivendo só por viver
Nós não vamos separar
Pra ninguém não perceber
Se você não gosta de mim
E eu não gosto mais de você

Faz de conta que muito te amo
Faça de conta que você me ama
Fazemos de conta que somos felizes
Assim ninguém vê o nosso drama.

Quando estivermos na rua
Mostre que és carinhosa
Eu faço cenas de amores
Dizendo frases amorosas
Enganamos a nós mesmo
E a esta gente invejosa
Vão pensar que nossas vidas
É um verdadeiro mar de rosas

Faz de conta que muito te amo
Faça de conta que você me ama
Fazemos de conta que somos felizes
Assim ninguém vê o nosso drama.

Quem quiser chorar que chore
Deixe o pranto derramar
Aqui no meu coração
Já vi que você não cabe
Fingimos que somos felizes
Deixe o mundo que se acabe
O que passa entre nós dois
É só nós dois e Deus quem sabe

Faz de conta que muito te amo
Faça de conta que você me ama
Fazemos de conta que somos felizes
Assim ninguém vê o nosso drama.

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B1 - Feijão 
Composição: (Amado / Antonio)

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Jacó & Jacozinho (1981) Lado A
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B4 - Imagina
Composição: (Amado / Antonio / Marcos Vieira)

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A2 - Não Deixem o Circo Morrer 
Composição: (Leonardo)

Alô meus amigos que vivem no circo
Levando alegria a todas as crianças
Só eu que conheço o teu sacrifício
Tuas alegrias e desesperanças

Já vive no circo, já passei trabalho
Já pintei a cara pra ganhar o pão
Conhecendo a luta de tua existência
Cantando te faço minha referencia
Com todo carinho te chamo de irmão

Artista de circo
Eu que te conheço sei bem que tu és
Para que nos sinta o mundo a teus pés
Eu penso que falo na canção que fiz

O teu pagamento
É sentir o riso das nossas crianças
Ver em cada rosto a cor da esperança
E ouvir o aplauso que te faz feliz

Quando vou no circo cantar minhas modas
E vejo o palhaço de cara pintada
Adoçando a vida de cada pessoa
Caindo com graça, contando piada

Eu olho no rosto de cada criança
Que ri do palhaço com riso de amor
O riso de um filho é nossa verdade
Eu faço um apelo para a humanidade
Não deixe o circo morrer por favor

Jacó & Jacozinho (1981) capa verso

A5 - Lamento de um Carreiro
Composição: (Amado / Antonio) 

Meu velho carro de boi meu grande fiel amigo
O quanto eu te agradeço o tempo que estás comigo
Já quase no fim da vida eu noto no teu cantar
Parece chorar de pena, por ver seu dono chorar

Meu velho carro de boi o ranger do teu cocão
E um lamento de pena por me ver na solidão
Meu rosto velho e cansado e toda minha amargura
E o preço que me custou dois anéis de formatura

Meu velho carro de boi não dou por mal empregado
Meus tantos anos de luta e de trabalho pesado
Porque me resta o prazer de contar minha vitória
E elevar os dois filhos no alto degrau da glória

Só sinto que me esqueceram depois que foram formados
Um doutor de Medicina e outro Advogado
Se ao menos me visitassem me alegraria demais
Por certo sempre envergonham do caipirismo do pai

Meu velho carro de boi corroído pelos anos
Tu sabes que sofro agora o mais cruel desengano
Dediquei a vida inteira pela carreira brilhante
Dos filhos que me esqueceram e vivem muito distante

Se ao menos eu tivesse os filhos perto de mim
Talvez eu não precisasse carrear até o fim
Mas só silenciaram os estalos dos canzis
No derradeiro suspiro dessa carreiro infeliz

Jacó & Jacozinho (1981) Lado B
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B2 - Mais um Mé
Composição: (Amado / Antonio)

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B5 - O Mentiroso
Composição: (Amado / Antonio / Manoelito Gomes)

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Jacó & Jacozinho (1981) disco
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A3 - Enxada Pioneira
Composição: (Amado / Antonio / Manoelito Gomes) 

Eu guardo como relíquia
E eterna gratidão
Pendurada na parede
Na minha bela mansão,
O toco de uma enxada
Que causa admiração
A enxada pioneira...
Desperta grande atenção.

Olhando esta enxada velha
Me vem na recordação
Meu belo tempo de infância
Aqui tudo era sertão,
Meu pai apesar de pobre
Era grande cidadão
Sonhando comprar um dia...
Um pedacinho de chão.

Eu nunca esqueço o sorriso
E a grande satisfação
Com meu pai chegando em casa
Com a escritura na mão,
Dizendo ter realizado
A sua grande intenção
Mamãe chorou de alegria...
Papai chorou de emoção.

É pena que já não viva
Papai no meu coração
Pra ver o quanto cresceu
Seu pedacinho de chão,
E ver seus filhos queridos
Ser chamados de patrão
E a enxada pioneira...
Na parede da mansão.

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A6 - Árvore Velha
Composição: (Manoelito Nunes / Donizete S. Pinto)

Na sombra fresca e amiga
Da grande árvore antiga
Que enfeita o meu quintal
Amarrei a velha rede
Entre o gancho da parede
E o seu galho horizontal
Olhando a sua beleza
Presente da natureza
Adormeci e sonhei
No sonho a árvore velha
Falou-me coisas tão belas
Que jamais eu esquecerei

Falou-me assim sentida
Há tanta gente esquecida
Que nem lhe respeitam mais
Esquece que fui a cruz
Onde pregaram Jesus
Filho de Deus Nosso Pai
Se hoje lhes dou ar puro
Esquecem que no futuro
Precisarão respirar
Sou grande amiga sua
Por favor não me destrua
Que ainda irei te salvar

Não esqueça meu amigo
Teu aconchegante abrigo
Te dou sem nada cobrar
Aos teus irmãos boiadeiros
Andarilhos caminheiros
E a todos que precisar
Sou a porta e a janela
Da mansão e da capela
E da igreja também
Espalhe a minha semente
Sou uma vida inocente
Que não faz mal a ninguém.

Não corte uma árvore, amigo
Na árvore também tem vida
De graça te dá a sombra
Ar puro pra sua vida

Jacó & Jacozinho (1981) capa Frente

B3 - O Fumo
Composição: (Leonardo)

Quem tá acabando
Com nossas vidas
É o fumo, é o fumo, é o fumo

Nós fumo pra Capital
Levar vida diferente
Fumo direto pro hotel
Pra vestir roupa decente
Fumo tirando as botina
Fumo ficando pra frente
Fumo passear na cidade
Fumo ver algum parente
No fim do dia nós fumo
Pagar o hotel pro gerente
Ai que nós fumo ver
Que tinham roubado a gente

Quem tá acabando
Com nossas vidas
É o fumo, é o fumo, é o fumo

Nós fumo na rádio grande
Botar nossa vida em prumo
Lá arrumemo patrocínio
Do cigarro Novo Rumo
Falei pro meu companheiro
Os compromisso eu assumo
Fumo falar com o gerente
O seu Alberto Perfumo
Sabemo nosso ordenado
Quiseram pagar com fumo
Quando nós soubemos disso
Nós não quisemo e não fumo

Quem tá acabando
Com nossas vidas
É o fumo, é o fumo, é o fumo

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B6 - Desencoste da Chiquinha
Composição: (Cambará)

Fui convidado para um casamento
Do Chico Bento com a Chiquinha
Eu nunca vi um noivo tão ciumento
E uma noiva tão assanhadinha

Quando cheguei na festa
Eu fui dar os meus parabéns
Dei um abraço no noivo
E na noiva também

Todo lado que eu virava
A Chiquinha tava olhando pra mim
O noivo muito enciumado
Me olhou de lado e falou assim: Ei!

Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Que eu casei com ela
E a Chiquinha é minha

O fandango estava animado
Já tava lotado até na cozinha
O sanfoneiro era o Zé do Prado
Acompanhado pelo Zequinha

Com a licença do noivo
Com a noiva eu fui dançar
Dançava com todo respeito
Pra não dar o que falar

Mas ela toda assanhada
Sem ligar pra nada se agarrou em mim
O noivo muito enciumado
Me olhou de lado e falou assim: Ei!

Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Que eu casei com ela
E a Chiquinha é minha

Da meia noite para frente
Toda aquela gente estava na cachaça
Tocava marcha e rancheira
Mas a noite inteira só dançava valsa

O noivo piscava miúdo
Quando eu passava perto da Chiquinha
O povo achava até graça
De ver o ciúme que ele tinha

A noiva me chamou pro quarto
Para mostrar os presentes pra mim
Mas o noivo sem demora
De lá de fora me falou assim: Ei!

Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Desencoste da Chiquinha
Que eu casei com ela
E a Chiquinha é minha

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